29/03/2009 por Marcel Klein
Pelas Eliminatórias, em Quito, o Brasil enfrentou o Equador e empatou em 1×1. Resultado injusto. O Equador deveria ter ganhado o jogo fácil.
O jogo foi extremamente desigual, só o Equador jogava. O time da casa pressionava, chutava, mas parava nas mãos de Júlio César. Hoje podemos dizer que Júlio César é disparado o melhor jogador da Seleção, nem Kaká é tão importante. O goleirão da Inter é a salvação do Brasil. Sem ele, Dunga teria tido muitas derrotas em sua carreira. Voltando ao jogo, o Brasil até tentou jogar quando tinha a bola, mas foram muitos, muitos, mas muitos mesmo passes errados. Sempre que o Brasil roubava a bola, acabava devolvendo a posse de bola de graça para o adversário. Assim a Seleção não conseguia jogar. Entendo que os erros seriam por causa da altitude, mas por favor eles sabem que a bola corre menos, simplesmente era só passar a bola mais devagar. Não treinaram nada, e não se tocaram durante o jogo, erraram até o último segundo.
A posse de bola do Equador foi muito grande e o time atacou o tempo todo e chutou quase 30 vezes no gol, enquanto o Brasil não finalizou 10 vezes. O Equador tentava de todas as formas mas não conseguia marcar. Dunga então resolveu tirar o soneca Ronaldinho Gaúcho e colocar Júlio Baptista. E a estrela dos dois brilhou. Na primeira jogada, Júlio Baptista recebeu de Robinho, ajeitou no pé direito e enfiou a bomba, ele bateu errado na trave, mas na volta a bola tocou nas costas de Cevallos e morreu no fundo da rede. Era o gol da vitória. Uma vitória extremamente injusta porque o Brasil não tinha jogado nada. Mas a justiça foi feita tarde, aos 43 minutos da etapa final, Júlio César fez ótima defesa, mas a bola sobrou para Noboa encher o pé e empatar o jogo. 1×1 e festa da torcida equatoriana em Quito. Mesmo assim o empate foi injusto, pois o Equador lutou tanto que merecia vencer, mas o futebol é isso e nem sempre o melhor ganha.
O empate colocou o Brasil na quarta colocação que foi ultrapassado pela Argentina e pelo Chile. Risco de sair da zona de classificação é nula, mas o sinal de alerta está ligado. O Brasil não pode jogar tão mal contra o Equador, é uma vergonha. Quarta-feira contra o Peru, lanterna das Eliminatórias, em Porto Alegre, a vitória é obrigação.
Marcel Klein
Tags: Brasil, Cevallos, Dunga, Eliminatórias, Equador, Júlio Baptista, Júlio César, Kaká, Marcel Klein, Noboa, Peru, Porto Alegre, Quito, Robinho, Ronaldinho Gaúcho, Seleção
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29/03/2009 por Marcel Klein
No GP de estreia da temporada 2009 da Fórmula 1, na Austrália, a pequena equipe da Brawn GP continuou bem e depois da dobradinha no grid, conseguiu a dobradinha também na corrida. Um desempenho impecável do time de Ross Brawn.
Visivelmente a Fórmula 1 entra em uma nova era, as mudanças aerodinâmicas deixaram o carro bastante diferente e um pouco mais parecido com os de antigamente. E as novidades mecânicas deixaram o carro mais difícil de dirigir, agora é necessário ter braço, coragem e habilidade para guiar e fazer ultrapassagens.
O GP da Austrália foi bom, poucas quebras por problemas mecânicos e algumas barbeiragens (destaque para o erro de Fisichella que passou do box e teve que ser manobrado pelos mecânicos para entrar no box, inaceitável um dos pilotos mais experientes errar tão feio assim). A superioridade da Brawn GP é assustadora. Button ganhou de ponta a ponta sem dificuldades. O inglês largou bem e abriu boa vantagem sobre o segundo colocado. Já o companheiro Rubinho largou muito mal e quando se recuperou, envolveu-se em uma confusão com Mark Webber na primeira curva e teve um dano no bico. Após consertar e voltar um pouco atrás, ele se recuperou, fez boa corrida e ainda ganhou o segundo lugar. Se não fosse o erro na largada, teria brigado com Button pelo 1º lugar. Os próprios concorrentes admitem a superioridade inicial da Brawn GP, resta saber por quanto tempo esta vantagem se estenderá.
No pódio ainda ficou Lewis Hamilton que também ganhou esta 3ª colocação graças a desclassificação de Trulli e assim como Barrichello, se beneficiou com o acidente envolvendo os bons pilotos Vettel e Kubica, respectivamente os 2º e 3º colocado, que retiraram-os da corrida já nas últimas curvas. Os dois mostraram ser muito bons ano passado e em 2009 podem brigar pelo título, mesmo com um carro um pouco limitado em suas equipes, eles se sobressaem e se os seus carros melhorarem podem ser campeões.
Felipe Massa acabou tendo azar e teve que abandonar a corrida por problemas mecânicos. Uma pena, é a terceira vez seguida que Felipe começa mal a temporada, ano passado, o brasileiro sentiu falta dos pontos perdidos no início do campeonato, espero que esse ano o abandono na Austrália não faça falta no final.
Certamente as equipes grandes deverão ajustar seus carros e melhorarem os tempos e entrarão forte na briga pelo título, até lá, a superioridade da Brawn GP permanecerá. A certeza é de que daqui a algumas corridas poderemos ter muitas equipes e pilotos competitivos, deixando as corridas mais disputadas e cheias de ultrapassagens.
Marcel Klein
Tags: 2009, Austrália, Barrichello, Brawn GP, Button, Fórmula 1, Felipe Massa, Kubica, Lewis Hamilton, Marcel Klein, Massa, Ross Brawn, Rubinho, temporada, Trulli, Vettel
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27/03/2009 por Marcel Klein
Contém Spoilers
Já virou rotina, sempre é assim. Todo episódio de Lost é sensacional e “He’s Our You” não fugiu a regra. E me surpreendeu bastante, foi um excelente episódio, cheio de respostas, ação, aflição. Definitivamente os arcos estão se fechando.
A 5ª temporada teve uma grande reviravolta na sua metade. A primeira parte tratou de elementos complexos, mistérios, viagens no tempo e teve respostas importantes. Além disso, mostrou a volta dos Oceanic 5 para a Ilha. Depois de esse arco fechado, a narrativa de Lost teve outra reviravolta e mudou completamente, e pra melhor. Chega de elementos complexos e vamos focar cada episódio em um personagem, assim como era no início.
“He’s Our You” teve Sayid como estrela principal e contou uma história sensacional. Hoje vemos que Lost mudou tanto que esse episódio se concentrou em responder algumas questões e fechar o arco da história de Sayid. Não teve nada de perguntas e perguntas sem respostas, Lost está focado em responder todas as questões em aberto e vai conseguir.
A trama central de Lost, nesse momento, é a Dharma de 1977. Todas as dúvidas sobre a organização serão esclarecidas. Os viajantes do futuro estão em 77 porque deveriam estar, eles são fundamentais para que o destino se cumpra, o resultado de seus atos serão a chave para que aquilo que aconteceu se cumpra. O que eu quero dizer é que eles não são estranhos no passado, eles sempre estiveram naquele passado, só não sabiam que iam estar. Aquilo que eles farão não mudará o futuro, porque Faraday está certo, o que aconteceu, aconteceu, não pode-se mudar o passado.
Vamos pegar como exemplo o final deste episódio sensacional. Sayid atirou em Ben versão adolescente, mas Ben não vai morrer, porque ele está vivo em 2007. A verdade é que Ben SEMPRE soube que Sayid tinha atirado nele, trinta anos antes de encontrá-lo na escotilha Cisne na segunda temporada. Ben já conhecia Sayid, mas Sayid não conhecia Ben. Isso que é sensacional.
Ao atirar em Ben em 77, Sayid achou que tinha mudado o futuro, mas errou, ele não matou Ben. Pelo contrário, ele pode ter sido o real motivo para Ben ter se tornado aquilo que ele é no futuro. Se Sayid não tivesse atirado, aí sim ele teria mudado o futuro. Tudo o que fez naquela noite foi cumprir o destino.
Marcel Klein
Tags: Ben, Dharma, He's Our You, Lost, Marcel Klein, Sayid
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26/03/2009 por Marcel Klein
O sorteio para as quartas-de-final da Liga dos Campeões e Copa da Uefa ocorreu no dia 20. Vamos analisar os confrontos e chutar quais equipes irão se classificar para as finais.
Os 4 confrontos das quartas-de-final da Liga dos Campeões são esses:
QF 1 – Villarreal x Arsenal
QF 2 – Manchester United x Porto
QF 3 – Liverpool x Chelsea
QF 4 – Barcelona x Bayern de Munique
O vencedor do QF 1 enfrenta o vencedor do QF 2 nas semifinais, e o ganhador do QF 3 pega quem passar do confronto QF 4.
Os jogos de ida serão realizados nos dias 7 e 8 de abril e os jogos de volta serão jogados uma semana depois, nos dias 14 e 15 de abril.
O confronto mais fácil é o do Manchester United. O time inglês deve passar fácil pelo time do Porto. Claro que dentro de campo tudo pode acontecer, mas algo diferente de uma classificação do Manchester é zebra.
Para o Arsenal, a missão é um pouco mais difícil, o embate contra o Villarreal é equilibrado. Mesmo assim acho que dá Arsenal. O time inglês tá em grande fase e deve eliminar o Villarreal. Os dois times já se enfrentaram no mata-mata da Liga em 05/06, pelas semifinais, o Arsenal passou pelo Villarreal e foi para a final, onde perdeu para o Barcelona. O mesmo vencedor deve se repetir em 2009 e nas semifinais teremos um clássico inglês (Arsenal x Manchester United).
Os confrontos mais difíceis ficaram do outro lado da chave. O clássico entre Chelsea e Liverpool é o jogo mais difícil. E já virou rotina na Liga termos esse jogo nas fases finais. Ano passado o Chelsea eliminou o Liverpool na prorrogação pelas semifinais e depois foi vice-campeão. Em 2005 e 2007, o Liverpool levou a melhor sobre o Chelsea, em ambas as vezes nas quartas-de-final e nesses torneios, o Liverpool acabou indo até a final, sendo campeão em 2005 e vice em 2007. Meu palpite é no Liverpool. Os reds estão voando em campo e jogando muito bem e o encanto de Guus Hiddink parece ter chegado ao fim. E digo mais, acho que a escrita permanece e o Liverpool vai até a final.
O outro jogo é Barcelona contra Bayern de Munique. Outro jogaço. São os dois melhores ataques da Liga e as duas melhores campanhas. Aposto no Barcelona de Messi, que tem jogado o futebol mais bonito atualmente no planeta. Porém na semifinal, o time espanhol não conseguirá passar pela fortaleza defensiva do Liverpool.
A grande final, em Roma deverá ter dois times ingleses. Manchester United e Liverpool devem decidir quem será o campeão europeu. E acho que dá Liverpool outra vez. Será um grande jogo, e meu palpite é no Liverpool campeão.
Mudando de assunto, a Copa da Uefa também definiu os jogos de quartas-de-final. Eis os confrontos:
QF 1 – Hamburgo x Manchester City
QF 2 – Werder Bremen x Udinese
QF 3 – Shakhtar Donetsk x Olympique de Marseille
QF 4 – Paris Saint-Germain x Dinamo de Kiev.
O vencedor do QF 1 enfrenta o vencedor do QF 2, já o ganhador do QF 3 pega o ganhador do QF 4.
Os jogos de ida serão no dia 9 de abril, a volta será no dia 16 de abril.
Os jogos são todos equilibrados. As oito equipes estão no mesmo nível. Qualquer uma pode ser campeã. E a Copa da Uefa sempre prega peças, aquele que você acha que passa fácil, acaba perdendo e a zebra chega na final e é campeã. Mesmo assim não vou ficar em cima do muro e vou arriscar quem irá para as finais.
Os quatro semifinalistas serão: Manchester City, Werder Bremen, PSG e Shakhtar. Baseado nisso, a final seria entre Manchester City e Shakhtar, e daria Manchester City campeão. O time de Robinho é o favorito, na minha opinião, para vencer a Copa da Uefa. Afinal, tanto investimento deve trazer alguma recompensa.
E você em quem aposta? Quais serão os campeões? Comente.
Marcel Klein
Tags: Arsenal, Barcelona, Bayern de Munique, Chelsea, Copa da Uefa, Dínamo Kiev, Guus Hiddink, Hamburgo, Liga, Liga dos Campeões, Liverpool, Manchester City, Manchester United, Marcel Klein, Olympique de Marseille, Paris Saint-Germain, Porto, quartas-de-final, Shakhtar Donetsk, Udinese, Villarreal, Werder Bremen
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26/03/2009 por Marcel Klein
O Grêmio jogou mal, perdeu chances, tomou gols anulados, tomou gol bobo, teve jogador expulso e em um peruzaço do goleiro fez um gol de falta e ganhou três pontos. Apesar de todos os problemas, o saldo foi ótimo e três pontos na bagagem para Porto Alegre, de quebra se tornou o líder do Grupo 7 da Copa Libertadores da América com 7 pontos.
O jogo foi muito fraco tecnicamente, o Grêmio até teve vontade e criou chances claras para abrir o placar, de novo a incompetência dos atacantes sobressaiu-se. O Aurora chegou a balançar a rede com um minuto de jogo, porém o assistente anulou o gol. O time boliviano até tem alguns jogadores de boa movimentação e velocidade, porém a qualidade é muito limitada e o time é fraco.
No fim do primeiro tempo, em boa jogada, o Grêmio fez 1×0 com gol de Jonas, até que enfim o camisa 7 desencantou. Mas na segunda etapa, o Aurora empatou. O goleiro deu um balão, a bola quicou, enganou a zaga e Paredes tirou de Victor e colocou pra rede. Minutos depois, Jonas foi expulso. O Grêmio mostrou imaturidade e nervosismo. Tcheco, capitão do time, era um dos mais exaltados e nervosos, é inadmissível um capitão passar tanto nervosismo para a equipe, sobretudo em um jogo importante na Libertadores. Além de exaltado, Tcheco jogava mal.
Com apenas Herrera no ataque, o Grêmio não conseguia atacar. O Aurora foi pra cima em busca da vitória e chegou a fazer um gol, mas o assistente anulou. Porém a sorte estava do lado do Grêmio, e em um lance, falta para o Tricolor, Tcheco bateu mal, fraco nas mãos do goleiro, aí a sorte entrou em campo e o goleiro Dulcich do Aurora engoliu um frango e entregou dois pontos de bandeja para o Grêmio. Uma vitória sortuda, a bola que não entrou contra o Universidad do Chile entrou contra o Aurora. Futebol é assim, a justiça não entra em campo e a sorte é fator importante para se decidir um jogo. Assim como aconteceu em Cochabamba.
O que importa é a vitória e a liderança do Grupo 7. É essencial ser líder e com boa pontuação para decidir os jogos do mata-mata em casa. Isso o Grêmio fez. Mas mudanças são necessárias. Se o ataque está insuficiente, o jeito é mudar, é simples, basta treinar e testar no Gauchão. Herrera e Maxi López têm que ser titulares, chega de Alex Mineiro e Jonas. Com essa mudança, talvez o Grêmio pare de perder tantos gols.
Marcel Klein
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25/03/2009 por Marcel Klein
Tá difícil engolir a historinha de Heroes. O novo volume até tava melhorando, mas nesse sétimo capítulo, chamado de Cold Snap, a vaca foi pro brejo, foi o pior episódio de toda a série.
Nem os bons acontecimentos de Cold Snap me empolgaram. Hiro enfim recuperou seus poderes (parcialmente), Tracy Strauss, a pior personagem, totalmente manipulada e sem nenhum sentido na série, (tenho pena da Ali Larter, no seu lugar, eu teria pedido pra sair) morreu de forma completamente idiota e a revelação de Rebel, que não foi difícil descobrir quem era. Todos esses fatos não conseguiram fazer de Cold Snap um bom episódio.
Acho que a série deve ser cancelada porque não há um propósito para os personagens. A série é tão ruim que não tem um protagonista. Sylar deveria ser, mas surpreendentemente ele não deu as caras nesse episódio. Esse revezamento de atores não deu muito certo, só contribuiu para a série piorar. A gota d’água foi o erro de continuidade da série. O capítulo seis terminou com Sylar dentro do apartamento de Danko. Minhas expectativas para esse embate eram grandes e então os produtores esquecem isso e começam o capítulo seguinte com Danko recebendo um presente (de quem? Sylar, não tem sentido.) que era o Doyle. What the fuck?
Sinceramente não vejo futuro para Heroes. Fico me perguntando porque estou assistindo isso ainda. Vejo desde o início e por mais que eu não goste quero saber até onde vai isso, só por curiosidade. Deveria desistir de perder tempo com essa série e procurar algo melhor para preencher meu tempo.
Marcel Klein
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21/03/2009 por Marcel Klein
*Contém Spoilers
A quinta temporada de Lost chegou exatamente na sua metade com o episódio “Namaste”. Ele marca o início de uma nova temporada em Lost. Podemos dizer que a primeira metade foi uma temporada que teve o seu arco fechado com a volta de Jack e cia para a Ilha.
A nova temporada começou com Namaste, um episódio que serviu basicamente para uma recapitulação do que aconteceu e também para introduzir os que voltaram na Inciativa Dharma. Em si o episódio foi bom porém não tão sensacional como os outros. O melhor do episódio foram os reencontros e alguns pequenos detalhes excelentes. A aparição de Christian Shepard para Sun e Lapidus foi espetacular e dois detalhes devem ser considerados. Primeiro o pai de Jack pegou um quadro e mostrou para Sun onde Jin estava. Aparentemente, Christian era um espírito e não poderia tocar em pessoas ou mover objetos, porém desta vez ele pegou um quadro na mão, isto é um sinal de que ele ressucitou e por isso seu corpo sumiu do seu caixão. O outro detalhe importante foi quando Christian disse que Sun e Lapidus teriam uma longa jornada pela frente, será que eles voltarão no tempo? Aguardaremos o desenrolar da história.
O melhor diálogo do episódio foi o de Jack e Sawyer. O “confronto” entre os dois foi muito bom porque mostrou que Jack ficou incomodado em perder a sua liderança e ser obrigado a trabalhar como um zelador e foi cobrar de Sawyer uma explicação sobre o que estava acontecendo, e James Ford confirmou agora que é um novo homem, Jim LaFleur é o novo líder do grupo e fintou bem as investidas do doutor e disse que tinha um diferente jeito de lidar com suas decisões, ele pensa antes de agir diferente de Jack, que age por impulso. Esta foi sem dúvida uma grande reviravolta nos dois personagens.
Acredito que a partir do próximo episódio a “nova temporada” irá engrenar, ainda mais por causa do gancho de Namaste que revelou Benjamin em 1977 falando com Sayid que está se passando por um hostil. Esses encontros são muito interessantes e devem ocorrer bastante durante a metade final da temporada e assim como já foi visto será fundamental para que se cumpra o destino de personagens do passado. Por exemplo, Sayid pode ser um dos motivos para fazer Ben passar para o lado dos hostis. O próximo episódio terá o nome de “He’s Our You” e será centrado em Sayid. Certeza de um episódio eletrizante e cheio de ação.
Marcel Klein
Tags: Ben, Benjamin, Christian Shepard, ilha, Iniciativa Dharma, Jack, Jim LaFleur, Jin, Lapidus, Lost, Marcel Klein, Namaste, Sawyer, Sayid, Sun
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18/03/2009 por Marcel Klein
No início da semana, a FIA (Federação Internacional de Autobilismo) divulgou inesperadamente uma importante mudança de regulamento para a temporada de 2009. A nova regra diz que o Campeão Mundial de Pilotos será aquele que obtiver o maior número de vitórias, os pontos só serão utilizados em caso de empate em número de vitórias.
Uma mudança muito inovadora e um tanto tardia, mudanças assim ocorrem muito tempo antes de começar a temporada, desta vez foi diferente e em menos de duas semanas para o primeiro GP esta polêmica mudança chegou para dividir pilotos e donos de equipe. A divergência é grande, alguns acham que a mudança é boa, mas a maioria é contra a nova regra e está revoltado com a mudança.
Eu sou contra, acho que os pontos são mais justos e premia o mais regular, não importando se ele tem menos vitórias. Porém esta mudança pode sim trazer muita emoção, e incentivar o piloto a buscar o primeiro lugar em vez de se acomodar em segundo e em terceiro. Esse critério premiaria o melhor e o mais ousado. Mas se o melhor vencer as primeiras 8 corridas, ele seria campeão no meio da temporada, acho difícil de acontecer, mas são grandes as chances de o campeão ser decidido antes do último GP.
Podemos dizer que isto é um passo atrás na Fórmula 1. O objetivo deles é dar competitividade com ultrapassagens e emoção na luta pelo título mundial de pilotos. Desde os tempos de Schumacher, a FIA tentava achar um meio de dar emoção ao campeonato que era decidido muito antes pelo brilhantismo do Alemão e da Ferrari. E eles já conseguiram, os dois últimos campeonatos foram decididos na última prova. Em 2007, três pilotos disputavam o título e o menos favorito venceu. Em 2008, Hamilton foi Campeão na última curva. Emoção não faltou. Portanto não é necessário essa nova regra, já que o campeonato já está emocionante, e este ano outras equipes podem vir mais fortes e disputar o título.
Achar um meio termo seria perfeito. E é simples, basta aumentar os pontos por vitória, assim o primeiro lugar seria bastante disputado. Exemplo: Até o ano passado a vitória valia 10 pontos e o segundo lugar valia 8 pontos, bastaria aumentar o valor do primeiro lugar para 15 pontos e manter o resto, seria uma grande diferença entre o primeiro e segundo lugar. Com isso a vitória seria mais valorizada.
Marcel Klein
Tags: Campeão Mundial de Pilotos, Fórmula 1, FIA, GP, Marcel Klein, nova regra, pilotos, temporada
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16/03/2009 por Marcel Klein
O Campeonato Inglês já estava ficando moleza para o Manchester United vencer pela terceira vez consecutiva. Os red devils tinham 7 pontos de diferença para o vice-líder e ainda tem um jogo a menos com relação aos adversários. Porém nada como um clássico para virar o jogo e colocar fogo no campeonato.
No sábado, logo no primeiro jogo da rodada, a grande decisão da Premier League, Manchester United contra Liverpool em Manchester. Uma vitória do time de Cristiano Ronaldo seria definitivo para a conquista do tri. A partida foi sensacional. E o resultado inusitado e surpreendente, 4×1 a favor do Liverpool. Quem vê pensa que foi um passeio ou um massacre, mas foi diferente por causa de um lance do jogo.
O jogo começou com duas equipes cautelosas e um pouco desgastadas devido aos jogos da Liga dos Campeões no meio da semana. Até que aos 22 minutos, Park entrou na área como uma flecha e caiu, pênalti muito duvidoso. Cristiano Ronaldo converteu. Cinco minutos depois, Vidic falhou, Fernando Torres roubou a bola e empatou o jogo. E no fim do primeiro tempo, Gerrard entrou na área e foi derrubado. Pênalti. Ele mesmo cobrou e virou o jogo. Os gols da partida no primeiro tempo saíram de lances isolados, nenhuma jogada mirabolante. Fora isso, os dois times pouco produziram.
No segundo tempo, o jogo melhorou. Mas quem deu um baile foi o Manchester. Pressionou por 30 minutos, criou, chutou e perdeu gols. Faltava sorte. O empate estava perto, mas o dia era do Liverpool. Em um lance o jogo mudou. Gerrard ia entrar livre na área após um lindo giro, porém Vidic agarrou assintosamente o adversário, falta e cartão vermelho. Incrível como Vidic, o melhor zagueiro do mundo na temporada, goleador e importantíssimo para o Manchester, em um jogo fez tudo errado e pode ter colocado tudo a perder. Pra piorar o técnico tinha feito três substituições e colocado três atacantes deixando o Manchester extremamente ofensivo. E como desgraça pouca é bobagem, na falta, Fábio Aurélio bateu com categoria e fez 3×1. No final, Dossena marcou 4×1 e fechou o placar.
O resultado não foi um retrato do que foi o jogo, o Manchester criou muito mais chances, mas o Liverpool merecia vencer e o Manchester tinha que perder pois estava há 16 jogos sem derrota na Premier League. O time estava imbatível, não havia perdido em 2009, não perdia desde o título mundial em dezembro, eram só vitórias. Agora o campeonato terá um pouco mais de graça, já que a vantagem do Manchester United é só de quatro pontos com relação aos vice-líderes Chelsea e Liverpool. Faltam 9 jogos e o tri do Manchester já não é mais tão certo.
Marcel Klein
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13/03/2009 por Marcel Klein
O capítulo 6 do Volume 4 de Heroes foi muito melhor com relação aos outros. A trama de Sylar foi desenvolvida e teve o seu desfecho nesse episódio e o belo gancho final, dá um gostinho do que Sylar deve aprontar nos próximos capítulos.
O melhor episódio do volume foi realmente acima da média. E isso se deve a Sylar, sempre ele. O cara é o melhor ator disparado da série. O episódio foi todo centrado nele. Alguns outros momentos do episódio também foram bons, Nathan demitindo Danko e colocando Noah no comando é um deles. A volta de Hiro e Ando é uma boa, espero que Hiro consiga os poderes de volta e isso deve acontecer o mais breve possível.
A trama particular de Sylar desenvolveu-se muito bem. Ele enfim encontrou seu pai e conseguiu as respostas que queria. De início, o pai de Sylar se mostrou um pobre coitado a beira da morte. Um velho debilitado, mas que tinha poderes, e igual a Sylar roubava os poderes das pessoas. Realmente a fruta não cai longe do pé. Porém, quando Sylar mostrou sua imortalidade. O velho saiu de seu personagem e atacou o seu filho para roubar o seu poder. Porém a lei da selva permaneceu. Assim como o leão mais novo desafia o velho líder do bando e vence se tornando o líder daquele bando. Sylar recuperou-se facilmente e largou seu pai para morrer lentamente e dolorosamente. Enfim Sylar conseguiu sua vingança e agora ele tem um novo caminho e os próximos episódios prometem ser melhores ainda.
Marcel Klein
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